Eu sempre ouvi uma frase que continha a síntese da sabedoria do lema dos 3 mosqueteiros “Um por todos e todos por um”, linda mensagem do escritor Alexandre Dumas…, o lema tinha a função inteligente, de criar a lealdade, indo além do compromisso e da sintonia, é uma sinergia confiante, confiável solidária no grupo de guardiões determinados dos monarcas… Quando a inteligência prevalece, viabiliza a confiança, honesta, responsável e leal nas atitudes. Porém a lei da esperteza reforçada pela lei do menor esforço é uma tentação para todos… Como minha avó dizia, pra gente se acomodar, não precisa fazer nada… os outros fazem… O lema é: por causa de uns poucos, todos se submetem aos incômodos da desconfiança total. O esperto é o inteligente que se dá bem, vai além da seriedade e a esperteza vai crescendo… Agora passar os outros pra trás, furar a fila, ultrapassar pelo acostamento, enganar pessoas… O individualismo prevaleceu sobre o respeito pelo outro, o que valorizou o ser “esperto” é bom?! Encobrir a falta do colega, mentir para se desculpar, bater o ponto do que atrasou, responder a chamada pelo que faltou, dar cola ao que não estudou, esperto nas brechas, e por aí vai… O governo começou a exigir controles indesejáveis como se todos ou a maioria das pessoas fosse desonesta… pergunto: e quem controla os que controlam… Ninguém confia em ninguém, e criaram a “mineirice”, confiar desconfiando, será que é possível?! Surgiu o Estilo desconfiado. Surgiu o cartão de ponto para ver quem chega atrasado, para evitar espertezas, e estimulou novas técnicas para burlar…e custos para reprimir. O porteiro que controla quem bate o cartão Uma pessoa que calcula o atraso e os minutos a descontar, as advertências para punir os faltosos e mantê-los sob rigoroso controle. Espertos não?! Controlando os controladores… A inteligência não tem espaço quando o foco está na esperteza inconseqüente e imediatista. Quanto dinheiro jogado fora… esperto controlando esperto. -Não tem problema, põe no preço! O custo do controle para manter os irresponsáveis, todos nós pagamos e cria mais empregos. Levar vantagem com a esperteza passou a ser valorizado: ele é muito esperto! Quem diria… Criamos uma frase para combater a lei de Gerson: Esperto é o Inteligente que não deu certo! Como não se podia saber se a pessoa era esperta ou não, criamos controles e exigências para evitar que a esperteza prevaleça em detrimento de cidadãos sérios, honestos, caretas… A exceção começou a servir de paradigma para a organização e consolidou a burocracia nas repartições, instituições e empresas de um modo geral. Tratando todos como malandros… Há alguns anos, senti a preocupação do Hélio Beltrão, ex-ministro da desburocratização, que lutou muito para simplificar a vida do cidadão brasileiro. Esforço inútil e pouco resultado prático.Mas tenho esperança de que a inteligência volte a prevalecer sobre a esperteza na gestão de empresas e instituições, aumentando os investimentos na informatização e reduzindo custos improdutivos que prejudicam a produtividade e consomem a lucratividade… Alguns empresários inteligentes já construíram alternativas pra minimizar perdas e burocracia. O Estilo de Gestão da Academia Agir elimina todas as despesas que não agregam valor e lucro. A utopia Agir é a empresa sem controles, horário livre com base na confiança, transparência e alegria na equipe responsável, multifuncional construindo o lucro dia a dia com gente feliz… AGIR é Pensar & Fazer…Simplificar & Aperfeiçoar…Inovar & Evoluir sempre para ir além!…?…
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